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REVISTA CREDIBILIDADE A HISTÓRIA DE UMA REVISTA QUE NASCEU EM ANDIRÁ

A HISTÓRIA DE UMA REVISTA QUE NASCEU EM ANDIRÁ - CREDIBILIDADE. 


No início dos anos 2000, cheguei a Andirá, no Norte Pioneiro do Paraná, em um período muito particular da minha vida.


Eu enfrentava uma depressão e procurava, de alguma maneira, mudar de ambiente, trabalhar e reconstruir meus caminhos.


Andirá acabou fazendo muito mais por mim do que eu poderia imaginar.


Fui muito bem recebido pela cidade e por pessoas que tiveram importância naquele começo. Entre elas estavam o Futrica, figura muito conhecida em Andirá e hoje já falecido; Sérgio, do Fotótimo; e Francisco, o Chico da Gráfica Godoy.


Foram pessoas que me deram oportunidades e aquele primeiro impulso necessário para que meu trabalho começasse a ser conhecido.


Aos poucos, fui entrando no comércio, conhecendo empresários, profissionais, famílias e personagens da cidade. Passei a trabalhar com publicidade e comunicação e, desse contato diário com Andirá, surgiram projetos que acabariam marcando aquela fase da minha vida.


Entre eles estavam uma lista telefônica do Norte Pioneiro do Paraná e, posteriormente, uma ideia ainda mais especial:


A REVISTA CREDIBILIDADE.


A primeira edição da Revista Credibilidade nasceu em março de 2004.


Era uma publicação voltada para Andirá e sua gente.


Suas páginas reuniam empresas, profissionais, histórias, fotografias, saúde, comportamento, personagens conhecidos da população, informações da cidade e publicidade do comércio local.


Naquela primeira edição, a própria pesquisa apresentada pela revista registrava a consulta a 1.314 pessoas para a indicação de empresas e personalidades que se destacavam.


A proposta era simples, mas ambiciosa:


registrar quem fazia parte da vida daquela cidade.


A primeira edição teve uma característica que, para mim, tornou-se inesquecível.


Na capa estava uma bebê.


Ana Maria.


Minha filha.


Ela foi a primeira "Menina da Capa" da história da Revista Credibilidade.


Era ainda uma bebezinha, e aquela imagem acabou atravessando mais de duas décadas.


Talvez naquele momento eu estivesse preocupado com fotografia, composição, impressão e com a revista chegando às mãos das pessoas.


Hoje, quando olho novamente para aquela capa, vejo outra coisa.


Vejo minha filha ainda bebê eternizada na primeira edição de uma criação que marcou minha passagem por Andirá.


Mas a história da Revista Credibilidade guarda também um daqueles acontecimentos que o tempo não consegue apagar.


E tudo começou com uma palavra.


CREDILIDADE.


Na capa da primeira edição, logo abaixo do nome CREDIBILIDADE, uma das chamadas trazia a expressão:


"Empresas de credilidade".


Antes da impressão, a revista havia passado por revisões.


Foram feitos bonecos, correções e novas conferências. Professores de escolas diferentes haviam participado das revisões do material.


Mesmo assim, aquela palavra passou.


E cinco mil exemplares foram impressos e distribuídos pela cidade.


Eu ainda não havia percebido.


Pouco depois do lançamento, fui convidado para participar de um programa de rádio e falar sobre a nova revista.


Era um momento importante.


A primeira Revista Credibilidade estava nas ruas e eu estava diante dos microfones apresentando aquele novo trabalho para Andirá.


Durante o programa, ouvintes começaram a telefonar.


Eu respondia às perguntas e falava sobre a revista.


Até que entrou a ligação de uma professora.


Ela havia encontrado a palavra na capa.


E não fez simplesmente uma correção.


Diante dos ouvintes, disse que era vergonhoso alguém fazer a primeira revista da cidade e cometer um erro tão grotesco, tão feio e tão visível justamente na capa.


Eu não tinha resposta.


Não sabia sequer que aquela palavra estava impressa daquela maneira.


Depois de tantas revisões e com cinco mil revistas já espalhadas pela cidade, descobri o problema ao vivo, pelo rádio.


Saí dali de cabeça baixa.


Voltei para o escritório profundamente abatido.


Foi então que apareceu um personagem que se tornaria fundamental nesta história.


Seu nome era Henrique Lopes.


Henrique já era um senhor de idade e possuía uma grande bagagem intelectual e acadêmica. Sua própria história havia sido publicada na Revista Credibilidade.


E havia uma coincidência extraordinária ligando nossos caminhos.


Uma lista telefônica que eu havia produzido anteriormente tinha participado da história que o levara até Andirá.


Essa história era tão interessante que ganhou uma página da revista com um título que praticamente a resumia:


"Uma lista telefônica mudou a direção desta família."


Naquele dia, Henrique chegou ao escritório e percebeu que eu não estava bem.


Perguntou:


— Tudo bem, Sérgio?


Respondi que não.


Contei o que havia acontecido.


Na verdade, ele já tinha ouvido a entrevista pelo rádio.


Então pediu:


— Deixa eu olhar a revista.


Entreguei um exemplar.


Henrique observou.


Pegou a revista e foi embora.


Não tentou me consolar com frases prontas.


Não disse simplesmente que aquilo não tinha importância.


Ele levou o problema consigo.


Cerca de duas horas depois, voltou.


E entrou no escritório com uma resposta.


— Sérgio, fica contente. Você não errou.


Aquilo parecia impossível.


Mostrei novamente:


— Como não errei? Está aqui: "credilidade".


Foi então que Henrique me apresentou uma palavra que eu jamais esqueceria:


SÍNCOPE.


Ele me explicou que a síncope é um fenômeno da língua em que ocorre a supressão de um som ou de parte de uma palavra em seu interior, sem necessariamente impedir que seu sentido seja compreendido.


E me mostrou que havia uma maneira linguisticamente defensável de interpretar aquilo que todos estavam simplesmente chamando de erro.


Naquele momento, alguma coisa mudou.


Poucas horas antes eu havia saído da rádio constrangido, sem resposta e de cabeça baixa.


Agora eu tinha conhecimento.


Eu tinha uma explicação.


Eu tinha munição.


E, principalmente, tinha recuperado minha confiança.


No dia seguinte, voltei à rádio.


Procurei Rubão e disse:


— Rubão, pode me entrevistar novamente. Eu quero continuar aquela conversa.


Ele quis saber o que havia acontecido.


Respondi:


— Você vai escutar.


Entrei novamente no ar.


Comecei agradecendo às pessoas de Andirá pela maneira como haviam recebido a revista.


E então retomei o assunto do dia anterior.


Expliquei que, quando fui questionado, não havia respondido porque acreditava que aquela professora estivesse cheia de razão.


Depois contei o que havia descoberto.


Falei sobre a síncope.


Expliquei o fenômeno.


E então fiz uma observação que mudou completamente aquela história.


Disse que gostaria que alguém tivesse olhado para aquela palavra e, em vez de simplesmente apontar um erro, tivesse percebido a possibilidade linguística e dito:


"Sérgio, você foi genial. Você utilizou uma síncope."


Mas ninguém havia feito isso.


No dia anterior, os telefones haviam tocado.


Houve questionamento.


Houve crítica.


Naquela manhã, depois da explicação, esperei.


Ninguém ligou.


O telefone ficou em silêncio.


A Revista Credibilidade continuou circulando.


E aquela primeira edição passou a carregar algo que nenhuma reimpressão poderia produzir:


UMA HISTÓRIA.


Alguns dias depois, entrei em uma livraria da cidade.


O rapaz que trabalhava ali me conhecia.


Assim como praticamente todo mundo conhecia também a professora que havia feito aquela crítica pelo rádio.


Quando cheguei, ele me avisou:


— Sérgio, ela está aí dentro.


Era ela.


A professora.


Ela ouviu minha voz.


E quando percebeu que eu havia entrado, foi para o fundo do estabelecimento.


Escondeu-se.


Eu não fui atrás.


Não precisava.


Não havia mais nada para discutir.


Saí daquela livraria sorrindo e feliz.


Enquanto alguém continuava escondido lá dentro.



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INÍCIO
QUER SABER COMO AS PESSOAS
O VÊEM???
O QUE ELES ACHAM DE VOCÊ???
Nem sempre o que você pensa que é tem a ver com a maneira como os outros o avaliam. O problema é que essa diferença pode representar um senhor atraso na carreira e na vida também.

Você acha que é organizado(a), mas as pessoas o(a) vêem como um(a) verdadeiro(a) neurótico(a) por prazos e processos; você acredita que sua sinceridade é uma de suas maiores qualidades, mas, para seus colegas, sua língua é um pouco solta demais; e o que você chama de extroversão incomoda todo mundo a sua volta. E assim caminha a humanidade: você jura que é de um determinado jeito enquanto os outros o(a) enxergam de outro completamente diferente. Dando nome aos bois, a maneira como você pensa ser é a sua identidade; a imagem é o produto da percepção que as pessoas têm de você. Quanto mais sua imagem refletir sua identidade, melhor. Esse é um processo totalmente dinâmico. "Isso quer dizer que sua autopercepção e a maneira como os outros o(a) percebem se ajustam o tempo todo", diz a consultora Claudia Rososchansky, da Lumen Desenvolvimento de Talentos, (
um curso que fiz) em São Paulo. Se o círculo vai ser virtuoso ou vicioso, depende do que está sendo mostrado. E olhe que essa é uma área em que há espaço de sobra para mal-entendidos. Em algumas das empresas que tive a oportunidade de trabalhar fiz um levantamento que, entre outras coisas, avaliei a maneira como os líderes se vêem e o que seus subordinados pensam sobre eles. Estes são os números de 2005 e 2006: enquanto 28% dos 161 chefes entrevistados acreditavam ter um bom relacionamento com a equipe, apenas 9% de seus subordinados (350 no total) declararam que os gestores se relacionavam bem com o time. Isso dá uma idéia do muro que existe e de como a autopercepção e a percepção alheia são cruciais para a carreira de qualquer profissional.

TUDO DIFERENTE DAQUI PARA FRENTE
Lembra da Modinha para Gabriela, de Dorival Caymmi: "Eu nasci assim, eu cresci assim...vou ser sempre assim...". É, não existe nada mais danoso para a vida pessoal e profissional do que a "síndrome de Gabriela". Tem gente que insiste em não mudar de atitude e vive repetindo que os errados são os outros. É claro que você não vai abrir mão de seus valores, mas será preciso fazer alguns ajustes no resto. Por exemplo: comece pedindo feedback para quem você confia. Mas diga que quer fatos, coisas concretas que comprovem a percepção que aquela pessoa tem sobre você. Isso ajuda muito a entender o que e como está "pegando". "Só não se esqueça de seguir o que eu chamo de esquema OAF: ouça, agradeça e feche a boca. Nada de ficar se justificando se ouvir algo que pareça absurdo, desagradável, que parece que não tem nada a ver com você, apenas OAF. Essa é uma regra de ouro dos feedbacks, só vale esclarecer algum mal-entendido depois, quando a poeira baixar (e não é dar desculpas ou tirar satisfação).
Outra boa dica para avaliar o impacto de suas atitudes é tentar pensar a partir do ponto de vista das outras pessoas. "É o que se chama de alteridade", diz a socióloga Cristina Panella, da CDN Estudos e Pesquisas, em São Paulo. Um exemplo? A própria Cristina tem um, banal, mas perfeito para explicar o que está querendo dizer com alteridade: certo dia, chegou ao escritório e notou algumas cadeiras alinhadas em um canto da sala de reunião. Elas estavam lá porque tinham sido trocadas por novas. Mesmo assim, Cristina achou que os funcionários deveriam, ao menos, empilhá-las. "Reclamei e ouvi o seguinte: 'Eu até pensei em fazer isso, mas fiquei imaginando que você não gostaria de ver as rodinhas viradas para cima'. Minha irritação passou na hora, porque eu vi que meu funcionário tinha tentado raciocinar como eu", diz ela, que é organizada de carteirinha.
Na maioria de meus cursos em escolas ou in-compani, sempre tento da melhor maneira passar que existem formas muito simples de se tornar uma pessoa diferente daquilo que você é, e é muito fácil. Devemos: jamais iniciar uma discussão, muito menos terminá-la; evitar a cólera, raiva, indignação; ouvir com atenção as pessoas (todas); evitar fazer críticas; se for criticado, escute e jamais replique. Há grande verdade é que é tudo muito fácil, mas nós queremos e precisamos é discordar, “se posso complicar porque facilitar”, uma frase usual em nossa mente inconscientemente e muitas das vezes consciente. Mudança radical daqui para frente. Você sempre terá duas escolhas, faça a escolha certa, seja inteligente; vença a força bruta com a melhor das armas: “inteligência e paciência”.
Daqui para frente use a cabeça dos outros para se ver (feedback). Além de pensar "com a cabeça alheia", dar alguns avisos também pode melhorar muito sua imagem pública. Vamos supor que você esteja passando por uma fase difícil (insuportável) em casa ou mesmo no trabalho. É claro que isso vai se refletir em algum local e com pessoas que não tem nada á ver. Para evitar mal-entendidos, é válido contar para os outros (pessoas mais próximas) o que está acontecendo. Assim, você se antecipa e desfaz qualquer impressão errada produzida por seu comportamento (isto é, se você acha que é difícil fazer as coisas de forma fácil). Mostrar-se vulnerável geralmente gera empatia, o que facilita as coisas. Fazer "combinados" com um colega de trabalho“confiável” também pode ser outro bom arranjo. Quem é meio estourado, por exemplo, pode pedir a um amigo que sinalize quando estiver passando dos limites.
Claro que fazer tudo isso exige muita disposição e vontade de melhorar, mas, no final, o resultado pode compensar bastante. Significa que você está passando pelo que Roberto Tranjan, da Cempre, classifica como as quatro camadas dos relacionamentos: fatos, interesses, sentimentos e valores. Geralmente, o que se vê nas empresas são relacionamentos apoiados nas duas primeiras camadas. "É claro que, com isso, se consegue uma comunicação de qualidade, mas, para estabelecer relações que levam ao crescimento pessoal e profissional, é preciso ir mais fundo, para a esfera dos sentimentos e dos valores", diz ele. E então, disposto a mudar? Só não se esqueça de avisar os outros (estou re-aprendendo, fazendo curso, etc.). "Porque mudar sem ninguém notar não adianta nada", Então, lembre-se de mostrar para as pessoas que, ainda bem, você não é mais aquele.
PARECIA ARROGÂNCIA, MAS NÃO ERA
O diagnóstico de dislexia, distúrbio de aprendizado que dificulta a leitura e a escrita, foi feito quando a paulistana Maira Habimorad, de 26 anos, era criança. Ela aprendeu a conviver com a dificuldade e criou jeitos de driblá-la. Um deles era perguntar o tempo todo "você me entendeu?" ou "fui clara?" para quem estava conversando com ela. "Morria de medo de não ser compreendida. Então, ficava checando se as pessoas estavam acompanhando meu raciocínio", diz Maira, que é gerente de projetos da DM, consultoria paulistana de recursos humanos. Vai daí que um dia ela estava acertando os detalhes de um trabalho com uma colega e, claro, fez a pergunta-padrão. "Com muito jeito, minha colega disse que eu deveria parar com aquilo porque ficava parecendo arrogância, que estava subestimando os outros", diz. Engraçado é que era o contrário, já que Maira fazia o que fazia porque se achava confusa na hora de explicar as coisas. Isso aconteceu há seis anos. Agora, ela presta muito mais atenção à expressão das pessoas enquanto conversa com elas. "Só pergunto se alguém entendeu o que eu falei quando percebo alguma cara de dúvida", diz Maira Habimorad.
Em cima disso, se tem vontade de saber como os outros o(a) vêem, você terá que pedir para 03 pessoas distintas, que respondam um pequeno questionário com muita sinceridade, cada uma dessas pessoas pegará duas folhas e colocará como tópico (qualidade – defeito):
Você pedirá para seu pai responder;
07 Qualidades que ele vê em você;
07 Defeitos que você tem;
Você pedirá para sua mãe responder;
07 Qualidades que ele vê em você;
07 Defeitos que você tem;
Você pedira para um(a) amigo(a) (muito próximo) responder;
07 Qualidades que ele vê em você;
07 Defeitos que você tem;
Depois disto, tenho certeza que seu modo de se ver não é o mesmo que os outro te vêem. Preste muita atenção aos comentários (qualidade e defeito) e faça a mudança necessária, seu futuro depende disto.
Uma outra dica: Diga todos os dias
“MINHA POPULARIDADE, MINHA FELICIDADE E MEU SENSO DE VALOR, DEPENDE SOBRETUDO DA MINHA HABILIDADE NO TRATAR AS PESSOAS”. Sergio Alexandre.


Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (Você deve citar a autoria deSérgio Alexandre). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.

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MURAL DE FOTOS

REVISTA CREDIBILIDADE DE ANDIRÁ PR - ANO 2006























ASSESSORIA PARA CASA RENASCENÇA EM BANDEIRANTES PR

CURSO MINISTRADO PELO CORPO DE BOMBEIROS NA CASA RENASCENÇA EM BANDEIRANTES PR


CURSO DE COMBATE A INCÊNDIO EM ANDIRÁ PR


CURSO DE SEGURANÇA PATRIMONIAL EM ANDIRÁ PR

REVISTA CREDIBILIDADE DE ANDIRÁ PR - ANO 2004






in-memorian -1973/2010
PAULO CEZAR TAVARES DUARTE


EXEMPLO DE VIDA
Paulo César Tavares Duarte, nasceu em Cambará, dia 15- 11- 73. Devido a falta de serviço na cidade que morava, foi trabalhar no Estado de Santa Catarina. Assim, numa tarde no dia 14-12-96, quando havia terminado seu serviço, resolveu junto com um amigo mergulhar na vazante de um rio, na praia Barra da Lagoa. Neste mergulho, Paulo bateu com a cabeça num banco de areia, e houve fratura das vértebras da coluna, ficando assim tetraplégico. Paulo César, após 5 anos do acidente descobriu que possuía o dom da pintura. Porém, não era o tipo de pintura normal a que estamos acostumados a ver no nosso dia-a-dia. Ele começou a pintar com a boca.
Paulo consegue apenas movimentar a cabeça. Ele comenta: “– No início foi muito difícil para mim, sofri demais com esta perda tão importante que é o nosso corpo. Ficava o dia todo deitado pensando em alguma coisa que pudesse fazer, dentro dos meus limitados espaços. Até que um dia, comecei a pintar com a boca e descobri que isso me trazia prazer”.
Há dois anos atrás, Paulo César foi contratado pela ASSOCIAÇÃO dos PINTORES com a BOCA e os PÉS, com escritório em São Paulo (SP) e sede na Suíça, para onde ele envia mensalmente três de suas obras. Após fazer parte da Associação, Paulo César percebeu que mesmo nas suas limitações ele pode ser útil, ter sua própria independência, isso através do trabalho que desempenha com esforço.
Esse grandioso artista já foi morador de Andirá e atualmente reside em Cambará com o irmão Paulo Rogério, a cunhada Francielli e os sobrinhos Paula e Felipe que são seus braços e suas pernas. César é dono de um sorriso belíssimo e de uma simpatia tão grande que encanta a todos que o conhecem e fazem parte do seu dia-a-dia.
PAULO CÉSAR TAVARES DUARTE
Rua: André Vidal Negreiros, 910 – Cambará – Pr.
Fone contato: (43) 3532 5817
E-mail: pcduarte7@hotmail.com
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ASSOCIAÇÃO dos PINTORES com a BOCA e os PÉS Ltda.
Rua Tuim, 426 - CEP 04514-101
SÃO PAULO-SP - Fone- (11) 5051 1008
Site: www.apbp.com.br
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RESPONSABILIDADE SOCIAL

ESTA EMPRESA APOIA PESSOAS QUE DE ALGUMA FORMA SOFRERAM ADVERSIDADE EM SUA VIDA E ULTRAPASSARAM O OBSTÁCULO IMPOSTO, SUPERARAM, FIZERAM E FAZEM A DIFERENÇA, LUTAM, TRABALHAM, SÃO PERSISTENTES, NÃO SE ABATEM, SÃO PESSOAS CONHECIDAS E RECONHECIDAS, PESSOAS QUE TEM DE NÓS, TOTAL APOIO, CARINHO E SEU ESPAÇO AQUI.
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PINTOR COM A BOCA



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FORMANDOS

AQUI CONSTA A RELAÇÃO DE JANEIRO DE 2005 EM DIANTE.

DENTRE OS 2.536 ALUNOS QUE RECEBERAM O CERTIFICADO DOS CURSOS REALIZADOS PELA NOSSA EMPRESA, SOMENTE UMA MINORIA PASSARAM NO TESTE DE APROVEITAMENTO COM EXCELÊNCIA (75% DE APROVEITAMENTO), ESTES ALUNOS MERECEM SEU LUGAR NESTA PÁGINA, PORQUE FORAM OS MAIS DEDICADOS, PERSISTENTES, PONTUAIS, IDÔNEOS, COMEDIDOS E COMPROMETIDO NAS AULAS, MAIS QUE O ESPERADO, SUPERARAM SUAS E NOSSAS EXPECTATIVAS.

1. Adamilton Becker – Contador

2. Adna S. de Sena – Artesã

3. Adriano José Bellomo – Contador

4. Aline Firmino das Neves – Atendente

5. Aloísio Ferrari – Frentista

6. Ana Flávia da Cunha Santana – Abatiá

7. Ana Paula da Silva –

8. Ana Paula da Silva Brito – Atendente de Farmácia

9. Ana Paula da Silva Simionato – Representante Comercial

10. Ana Paula Rosa de Carvalho –

11. Anália Maria Dias de Góes – Professora

12. Anderson Luiz – Boy

13. Andréia Louro de Carvalho – Representante Comercial

14. Antônio Marcos Claro de Carvalho – Andirá

15. Arandi Mendes Neto – Frentista

16. Arnaldo de Souza – Andirá

17. Bruno Alexandre Piedade de Almeida – Empresário – FIDELIZAÇÃO

18. Carlos Alberto de Carvalho – Representante

19. Carlos Henrique Claro de Carvalho – Balconista

20. Carlos Marran – Segurança Patrimonial

21. Carlos Roberto de Oliveira – Representante Comercial

22. Cecílio Ezael da Silva –Vendedor

23. Celso Devecchi – Empresário – FIDELIZAÇÃO

24. Claudecir de Almeida – Frentista

25. Claudemir Leandro Costa – Empresário – FIDELIZAÇÃO

26. Claudia Cristina Francisco - Vendedora

27. Cristiane de Fátima Igawa – Empresária

28. Cristiano Neves – Radialista – Timburi FM

29. Cristina Ap. da Silva Oliveira Fernandes – Representante Comercial

30. Daiane Faustino de Souza – Balconista

31. Daniela Cristina Piettro – Atendente

32. Danile Campos Delpadre - Empresária

33. Darci Francisco - Vendedor

34. Denise Fernanda Tomba da Silva – Balconista

35. Diogo Marcelo de Souza – Boy

36. Ederval Barbosa de Moura – Vendedor

37. Edinéia Sena Silva - Vendedora

38. Edneia Sena da Silva – Produção

39. Eduardo José Pereira – Frentista

40. Elias Leite de Negreiros - Empresário

41. Elisa Antonio Ferreira – Vendedora

42. Eliseu de Souza – Empresário – FIDELIZAÇÃO

43. Elton Fernando Alves de Araujo – Patrimônio N. S. Ap.

44. Elza Antonio Ferreira – Bandeirantes

45. Ernestina Cleusa Fogaça – Empresária – FIDELIZAÇÃO

46. Estevam Leite de Negreiros Neto - Empresário

47. Eudácio Cardoso Siqueira – Empresário – FIDELIZAÇÃO

48. Franciane Batista Dias – Balconista

49. Genivaldo Mendes da Silva – Frentista

50. Gilberto Mariano Elisiário – Frentista

51. Gislaine Benites Ruiz – Balconista

52. Gisliane Mello – Empresária – FIDELIZAÇÃO

53. Graziele Sanguine – Vendedora

54. Henrique Teles da Silva – Técnico

55. Inácio Celestino Santana Filho – Empresário – FIDELIZAÇÃO

56. Isabel Cristina Rocha – Andirá

57. Ivaldo Bunhaque – Representante Comercial e Escritor

58. Ivani de Souza – Empresa

59. Izabel Cristina Rocha – do lar

60. João Domingos Ferreira Dantas – Empresário – FIDELIZAÇÃO

61. João Teixeira da Silva – Frentista

62. José Ap. da Costa – Frentista

63. José Aparecido da Costa – Bandeirantes

64. José Aparecido Pereira – Andirá

65. José Carlos da Silva – Entregador

66. José Carlos Gonçalves – Andirá

67. José Luiz Alboneti – Andirá

68. José Marcio Marques – Empresário – FIDELIZAÇÃO

69. José Paulino da Silva – Ribeirão do Pinhal

70. Josuel Aves de Deus – Bandeirantes

71. Juliana Rodrigues de Oliveira –

72. Júlio César Felipe – Ribeirão do Pinhal

73. Júlio de Paula Calixto – Barra do Jacaré

74. Junior César de A. Xavier – Bandeirantes

75. Leandro José Belombo - Abatiá

76. Leandro Lucas – Bandeirantes

77. Leandro Lucas – Gerente – FIDELIZAÇÃO

78. Letícia de Moura – Secretária

79. Levi Alves Machado – Frentista

80. Lílian Soveli da Silva - Abatiá

81. Lílian Soveli da Silva – Atendente

82. Lindoufo Aparecido Soares – Itambaracá

83. Lorainne Crespo do Carmo – Balconista

84. Luciano Moreira – Empresário – FIDELIZAÇÃO

85. Lucilene Ap. Santana Lucinda – Recepcionista

86. Lucilene Aparecida Santana Lucinda – Ribeirão do Pinhal

87. Luiz Carlos Pereira dos Santos – Andirá

88. Luiza de Almeida Soares – Bandeirantes

89. Maciel José Dias – Técnico

90. Magda da Silva Nascimento – Bandeirantes

91. Magda da Silva Nascimento – Vendedora

92. Magno Alexandre Castilho – Frentista

93. Maicon Fernando Neiva – Andirá

94. Marcelo Gonçalves Pinto – Gerente de Loja

95. Márcia Ap. Evangelista Silva – Empresária – FIDELIZAÇÃO

96. Márcia Aparecida Evangelista Silva – Bandeirantes

97. Márcia Aparecida Melo – Vendedora

98. Márcia Domingues - Abatiá

99. Marcio Borges Junior – Farmacêutico Bioquímico

100. Marcos Augusto Pedroso – Frentista

101. Marcos José Corinth – Frentista

102. Marcos Rodrigo da Silva – Andirá

103. Maria Ângela de Almeida – Bandeirantes

104. Maria Aparecida Gonçalves – Atendente

105. Maria B. Oizumi – Empresária

106. Maria de Fátima Oliveira – Enfermeira

107. Maria Domingues - Abatiá

108. Mauro Sérgio Silva – Bandeirantes

109. Moraes de Pontes Belasque - Abatiá

110. Moraes de Pontes Belasque – Empresário

111. Nilzely Lara Simões – Atendente

112. Patrícia Borges – Balconista

113. Paulo Antonio Colombo Junior – Boy

114. Paulo Aparecido da Costa – Empresário

115. Paulo Ederval de Carvalho – Frentista

116. Paulo Roberto Frutuoso – Crediarista

117. Pedro Sérgio Marcomini – Vigilante

118. Rafaeli Cristina dos Santos – Atendente

119. Raqueline Aparecida Pinto – Atendente

120. Regina Cacetano – Balconista

121. Regina Caetano – Bandeirantes

122. Reginaldo de Souza – Frentista

123. Reginaldo Gino Pereira – Vendedor Móveis

124. Reinaldo Mariano – Frentista

125. Rodrigo Allein – Funcionário

126. Rodrigo Alves da Rocha – Atendente

127. Rodrigo Marques de Oliveira – Ribeirão do Pinhal

128. Rodrigo Marques de Souza – Açougueiro

129. Ronne Carlos Venturino – Bandeirantes

130. Rubens Rodrigues – Radialista – 97 FM

131. Selmo Leopoldo de Almeida – Frentista

132. Sergio Antonio Menegasso – Empresário – FIDELIZAÇÃO

133. Sergio Menegasso – Advogado – FIDELIZAÇÃO

134. Sérgio Stefane – Empresário – Andirá

135. Silvia Regina Ângelo Santos – Andirá

136. Silvia Regina Santos – Demonstradora

137. Simões Soares de Oliveira – Atendente

138. Simonhas Soares de Oliveira – Abatiá

139. Thiago Fernandes Bueno de Souza – Atendente

140. Vitor Ângelo Frutuoso – Crediárista

141. Vitor Henrique Mezuran Santos –

142. Wilian do Prado Perolis – Boy


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